Sunday, May 29, 2011

bolachinhas amanteigadas da ligia




BOLACHAS AMANTEIGADAS
Ingredientes:
- um pote de 500gr de margarina cremosa(SÓ DÁ CERTO COM MARGARINA DELÍCIA OU DORIANA).
- 17 colheres (sopa) de açúcar;
- 6 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo (nem mais, nem menos);
- goiabada derretida ou geléia preferida.

Modo de fazer:
Misturar bem a margarina com o açúcar e aos poucos acrescentar a farinha de trigo até obter
uma massa bem homogênea.
Fazer bolinha na mão, afundar o meio da massinha e colocar na forma.
Após encher os buraquinhos com geléia (com ajuda de um potinho, tipo de catchup) Não untar a forma.
Levar para assar em forno médio, pré-aquecido (10 minutos) por mais ou menos 18 minutos.
Depois de frias, passar açúcar comum com o auxílio de uma peneira.
Rendimento: mais ou menos 1,200Kg.

Friday, May 27, 2011

METADE(click aqui para ouvir osvaldo montenegro)


METADE
Oswaldo Montenegro


Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que acredito
não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito,
mas a outra metade é silêncio.

Que a música que eu ouço ao longe seja linda,
ainda que tristeza.
Que a mulher que eu amo seja para sempre amada,
mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida
e a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece, nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
a um homem inundado de sentimento.
Porque metade de mim é o que ouço,
mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora se transforme
na calma e na paz que eu mereço.
Que essa tensão que me corrói por dentro
seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que penso,
e a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste,
que o convívio comigo mesmo
se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
que eu me lembro de ter dado na infância.
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
a outra metade eu não sei...

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo,
a outra metade é cansaço.

Que a vida nos aponte uma resposta,
mesmo que ela não saiba.
E que ninguém a tente complicar
porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a platéia
e a outra metade é canção.

Que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor
e a outra metade... também

Saturday, May 21, 2011

restaurantes e pratos com nomes diferentes

Comidas com nomes diferentes
Veja alguns restaurantes que capricham na criatividade na hora de nomear os pratosVocê já pensou em comer um guarda-chuva de baiano? Ou um mineiro com botas? Ou ainda umas mocinhas democráticas? Calma, ninguém aqui está louco ou falando besteira. Alguns bares e restaurantes em Curitiba têm pratos com nomes, no mínimo, diferentes. Ficou curioso? Confira alguns que reunimos:

A Batataria tem um prato chamado “minininhos” (e não menininhos!), que são pequenos ninhos de batata recheados com creme de queijo, bacon e cheiro verde.

A Casa di Bel tem o prato Suruba da Cozinha di Bel: comida caseira misturada com ovos.

O Baroneza apresenta o petisco Siri na Toca da Mandioca, elaborado com mandioca, siri, pimenta calabresa e queijo coalho.

O Paraguassu conta com o prato Ciranda de Linguiça: disco de queijo com tomilho, ragu de linguiça com limão e crocante de alho poro.

O Dom Max tem o petisco Guarda-chuva de Baiano: champignon ao molho curry.

O CanaBenta tem o prato Mignon Gnomo, feito com mignon e cogumelos.

O Capitu tem os nomes dos pratos baseados em personagens de Machado de Assis, como, por exemplo, o Bentinho (tiras de picanha, arroz branco, batata frita, salada de alface americana e tomate).

O Maria Polenta tem o Nacho Macho: tortillas artesanais cobertas com chilli e cheddar cremoso, acompanhadas de feijão refrito e pimenta especial da casa.

O Pensador Comes e Bebes tem os pratos Prego no Pão (sanduíche de filé mignon com molho de mostarda francesa) e Pica Pau (porção de filé mignon com molho de mostarda dijon ou molho de queijo parmesão).

A Doce Encontro tem a torta Picada de Abelha, preparada por pão-de-ló recheada com creme inglês, castanha-do-pará e amêndoa.

O Aos Democratas apresenta o petisco Mocinhas Democráticas, pimentas dedo de moça recheadas com patê de linguiça Blumenau e queijo cremoso, empanadas com flocos de milho.

O Burning Burger serve pequenos sanduíches quadrados com nomes de artistas como Jerry Lee Lewis (pão, hambúrguer, maionese, tomates, alface americana e pepino azedo) e Elvis Presley (pão, queijo, cubos de bacon e maionese).

O Sláinte tem um petisco chamado Irish Lollipop: pirulitos de carne com molhinho picante.

Um de seus diferenciais do cardápio do Ambiental são os nomes de celebridades, como Zetta Jones (mignon, pão francês crocante, farofa e molho chutney de tomates) e Sophia Loren (porção de mignon provolone, pão francês, farofa e molho chutney de tomates).

No Bar Palácio, um dos destaques é o Mineiro com Botas, sobremesa de goiabada, queijos e ovos.

O Autêntico Bar tem o prato Carne de Pinguço (filé em tiras com treze temperos) acompanhada de Pão de Botequeiro (pão francês, maionese, sal e molho inglês).

A Casa di Bel@ serve a carne di pobre, feita de carne moída, ovos e espinafre, acompanhados de purê de batata-doce, arroz e salada.

culinaria- gato de botas ou mineiro de botas


Receita de Gato De Botas


Ingredientes

1kg bananas
2 copos de água
1 copo de açúcar
1l de leite
1lt de leite condensado
1 colher bem cheia de amido de milho
2 ovos
1lt creme de leite ( pode ser c/ o soro )


Modo de preparo

Doce de banana: coloque o açúcar para derreter. Depois que estiver quase todo derretido, acrescente a água para virar uma calda, corte as bananas em rodelas e coloque-as na calda, mexa e deixa esfriar.

Primeiro creme: bata no liquidificador o leite ( ja fervido ), as gemas, o leite condensado e o amido de milho. Leve a mistura ao fogo, mexa ate engrossar e deixe esfriar.

Segundo creme: bata as claras em neve, coloque um pouco de açúcar (se quiser), acrescente o creme de leite e mexa .


Modo de Montar:

Coloque o doce de banana em um refratario, por cima coloque o primeiro creme e, por último, o segundo creme. Leve à geladeira por meia hora.


Dica

Misture as claras em neve e o creme de leite bem de leve, para as claras não amolecerem.


Informações Adicionais:

Tipo da comida: Brasileira
Tempo de preparo: 30min
Tipo de preparo: Sem cozimento
Rendimento: + de 10 porções
Fonte(s):
http://casadasreceitas.com.br/doces-e-so…




Gato de Botas

Ingrediente :
-1 Colher pequena de essência de Baunilha ( para ficar mais suculento )
- 3 colheres (sopa) de manteiga ou margarina
- 10 bananas da terra cortadas em fatias finas
- 3 ovos passados pela peneira
- 1 lata de leite condensado
- 1 xícara (chá) de leite

Para a montagem:

- Fatias de bananas douradas
- 400 g de queijo minas cortado em fatias finas
- Mistura de ovos, leite condensado e leite
- Canela em pó misturada com açúcar para polvilhar
Numa frigideira com a manteiga, doure as fatias de banana.
Escorra sobre papel absorvente e reserve. À parte, misture bem os
ovos com o leite condensado e, aos poucos, o leite. Reserve.

Para a montagem:

Distribua as bananas, as fatias de queijo e a mistura de ovos
(para cada camada 1 xícara de chá, mais ou menos). Polvilhe
canela com açúcar. Repita e finalize com queijo. Despeje a
mistura e polvilhe a canela. Leve ao forno médio pré-aquecido por
mais ou menos 30 min ou até dourar. Sirva frio ou quente com
sorvete.

Comidas de nomes diferentes

Comidas de nomes diferentes, sugestivos, didáticos. Nome que quer dizer algo, identificando o sabor, talvez a cor ou textura, ou mesmo a sua feitura, o modo de se cozer e o resultado que dá pra gente saborear.


A Rapadura é uma delas, já bastante conhecida, divulgada, consumida em todo canto que há. Doce rústico, raspa dura, mas que é uma doçura, feita nos engenhos de cana de açúcar, da cana sertaneja, magricela, açucarada; com seus pés espalhados nos roçados a beira dos riachos e lagoas, cutucando a terra por debaixo com suas raízes se enfiando pra pegar água no fundo e encher de garapa o seu corpo todo, pra gente torcer, espremer, botar no tacho, ferver, botar pra secar na fôrma, deixar ficar dura, virar rapadura pra gente comer.


Beira Seca é outra gostosura que não quer ficar atrás. Ora, pelo contrário, nela se usa até rapadura! É uma mistura exótica demais, mas que dá um doce, daqui, oh! Feito com farinha de roça, rapadura, pimenta e gengibre, e outros ingredientes que nunca contam pra gente porque cada um tem seu toque a dar. Ardoroso, saboroso, exótico é o seu recheio, que é colocado dentro de uma casca dura, mais ou menos do tamanho de um tomate, de beirada seca, feita de goma, crocante, que se come tudo num bocado só.


Orelha de Pau (bolo de caco ou orelha de velho); simples, de formato a lembrar os fungos das árvores velhas, fácil de fazer, fácil de comer, com chá ou café, meu bolo preferido, desde a infância!


Nessa relação, apresentamos também um doce que é feito do tubérculo do Umbuzeiro, da batata dessa árvore frutífera do Agreste e do Sertão, um doce que pelo seu formado tem o nome de Tijolo. Tijolo que se come e é gostoso, embora pareça um tanto exagerado a gente dizer que vai comer tijolo, mas e daí? Estamos construindo nossa base alimentar de sobremesas.


Mata Fome, também chamada de sorda, bolacha morena de trigo, com erva doce, cravo e rapadura. Nome forte pelo poder de matar a quem está por um instante quase nos matando, a fome. E assim, se está se sentindo morto de fome, mate a morte com Mata Fome, é tiro e queda na nossa pança.


Existem outros nomes de comidas que não se associam basicamente a nada do referido prato, embora seja, pelo exotismo, mais uma referência nesta nossa culinária de ortografia excêntrica, como Cabeça de Galo. Um pirão delicioso, feito com leite, tempero seco, coentro, ovo, azeite ou óleo vegetal e farinha de roça.


Quebra Queixo, Puxa Puxa, Pé de Moleque, Baião de Dois, Carne de Sol, Buchada, Bolo de Rolo, Grude, Suvaco de Cobra, Mingau de Cachorro, também fazem parte de uma lista muito maior.


O mais interessante dessa história é que esses nomes são descompromissados de qualquer etiqueta da cozinha laboral do Mestre Cuca, seja de que lugar for, estão aí sem nenhum apelo comercial, mas com autenticidade plena. Existem para o nosso paladar e para saciar nossa fome de comer, com criatividade na formulação das receitas e na designação das suas nomenclaturas.

abdias campos
Cordelista, Músico, Compositor e Pesquisador de nossa Cultura Popular.

culinaria pratos regionais

Conheça agora alguns pratos tipicamente nacionais com nomes curiosos e seus significados, e saiba em que região brasileira eles podem ser degustados durante uma viagem com intuito gastronômico:

REGIÃO NORTE:

Tacacá no tucupi
É uma mistura da goma e do polvilho da mandioca com um molho, o tucupi, também extraído da mandioca, o camarão seco e o jambu, uma verdura semelhante ao agrião, mas que tem o curioso poder de anestesiar a língua. É um prato típico de rua, tomado em cuias, geralmente ao cair da tarde, junto às tendas das tacacazeiras.

Munguzá
É um mingau de milho com pedacinhos de coco.

Casquinhas de siri ou caranguejo
Os crustáceos são fervidos, retirados da casca, limpos, desfiados, refogados com molho. Os cascos são recheados com esta mistura e cobertos com farinha de mandioca torrada na manteiga.

Pato no tucupi
É o pato em molho feito com uma mandioca brava, específica encontrada na região.


NORDESTE:

Carne de sol
É a carne salgada e seca ao sol. Conserva-se por bastante tempo e pode ser muito importante nas longas viagens através do sertão para a fuga da seca. Quando cozida, desfiada e frita com temperos e pilada com farinha de mandioca ou de milho, dura ainda mais, e é chamada de paçoca.

Xinxim de galinha
É um prato de influência africana, com a galinha em pedaços, bem temperada, cozida num molho de amendoim, castanha de caju, camarão seco, gengibre, tudo moído, mas com gosto delicado.

Frigideira
É uma fritada, geralmente de peixes e frutos do mar, com massa de ovos batidos e leite de coco, cozida em panela de barro ou de metal.


CENTRO-OESTE:

Roupa velha
Carne de charque ou sobras de carne assada frita com farinha de mandioca.

Arroz com suã
O suã é a parte inferior da espinha do porco com toda a carne adjacente. Corta-se o suã e refoga-se o arroz junto com algumas batatas.


SUL:
Barreado
São camadas de carne e toucinho, cozidos em panela barreada com massa de farinha de trigo.


SUDESTE:

Cuscuz
É o bolo salgado feito com farinha de milho e camarão ou galinha, posto em cuscuzeiro, cozido no vapor.


Fique Ligado:

* Quando você estiver no nordeste fique atento, “comida quente” significa comida caprichada na pimenta.

* Recomenda-se não fazer exageros nas comidas com o azeite de dendê para quem não está acostumado a degustar esta especiaria.

* O Tacacá no Tucupi também não pode ser consumido em demasia e o ideal é degusta-lo na cuia original e não em pratos ou canecas de louça, dizem que o gosto não é o mesmo.

* Não confunda os Roteiros Gastronômicos com os Circuitos Gastronômicos que acontecem espalhados por várias cidades do país. Nos Circuitos a intenção é divulgar pratos nobres e requintados que nem sempre se relacionam com a comida regional ou típica.

* Muitas vezes nos restaurantes de comida mineira, após o almoço e a sobremesa são servidos o cafezinho com nacos de broa de fubá, portanto, reserve espaço para todas essas delícias.

tematica culinaria

Eita mundão véio sem porteira e cheio de imaginação! Às vezes fico me perguntando porque raios alguém confere nomes ou apelidos muito aquém dos convencionais, aos variados tipos de comida. Alguns muito aquém mesmo!

A coisa se complica no âmbito regional, seja dentro de um país ou entre demais países. Talvez seja sempre aconselhável fazer um estudo prévio da cultura gastronômica local, antes de se aventurar a conhecer o lugar, só pra evitar alguns sustos.
Por exemplo: o que você diria se alguém lhe convidasse para apreciar uma punheta(1) com uma fodinha quente(2) de entrada?? Sim… nada mais lusitano…

Mas se você estiver devidamente informado a respeito, não correrá o risco de dar uma chave de pescoço no cara, não é mesmo? Você pode até retribuir o convite oferecendo um perigoso na racha(3) e roupa velha(4) num happy hour em sua casa. Um delicioso mané pelado(5) pra acompanhar também não seria nada mal!
Tudo é uma questão de informação.
Em certos casos, saber do que se trata é uma questão vital, eu diria.
Podem partir surpresas até mesmo de coisas simples como uma ida à uma padaria, onde o atendente pode lhe perguntar “o que vai ser, cacete ou cacetinho(6)?” O amigo Christian, bem sabe o que é passar por isso…
Estão conseguindo perceber a importância de se estar ciente?
Cabeças rolariam em alguns casos…

Nosso Brasilzão esconde em sua imensidão, intermináveis pérolas gastronômicas. Pura munição à curiosidade e à diversão. Talvez se dependesse do nome, convenhamos que alguns bem mais meigos que os demais, certas iguarias ficariam restritas apenas ao olhado.
Se eu por exemplo disser que sou louca por cueca virada(7) lambuzada com um tiquinho de baba-de-moça(8) e se bobear, traçava facinho uma nega maluca(9), algumas pessoas iriam ficar boiando, não é não? E mandar ver numa vaca atolada(10) num dia chuvoso, então? Não é tudo de bom?

Mas o melhor de tudo mesmo é se deliciar com as riquezas das culinárias regionais e abrir a mente para se permitir conhecer e aceitar o diferente.
Se alguém souber de outros pratos ou comidinhas com nomes peculiares, divide com a gente nos comentários!


1. Salada feita com bacalhau desfiado.
2. Pedaços de bacalhau empanados e fritos.
3. Fígado acebolado no meio do pão.
4. Charque ou sobras de carne assada frita com farinha de mandioca.
5. Um bolo à base de mandioca.
6. Forma como é chamado o pão francês, em alguns lugares do Brasil e Portugal.
7. Massa frita, com sabor semelhante ao bolinho de chuva, mas com formato de cueca virada.
8. Doce feito com gemas, leite de côco e calda de açúcar.
9. Uma variante de bolo de chocolate.
10. Cozido feito à base de mandioca e costela de vaca.

Sunday, May 08, 2011

Santo Deus, Usa-me!(click aqui)


Santo Deus, tu és a vida em mim
Amor que não tem fim pra sempre
Tu és Senhor e Rei
Pra todo sempre és Santo...

Deus que o mundo inteiro fez
E no ventre me formou
És Senhor, és Senhor das estrelas lá do céu
Reinas em meu coração
És Senhor, és Senhor
A solidão nunca mais
Estou elevado em seus braços de amor
Até o dia amanhecer

Tu és a vida em mim, tu és destino meu
Usa-me, usa-me
Poder tu tens Jesus, me achego á tua luz
Usa-me
Usa minha vida em tuas mãos, usa-me

Deus de toda criação
Que acalma o coração
Usa-me, usa-me
Deus de toda Terra e céu
Sobre mim derrama o mel
Usa-me, usa-me
Dos Reis Tu és sem igual
Tua paixão lavou todo mal
E sobre o Trono tu estás

Tu és a vida em mim
Tu és destino meu
Usa-me, usa-me
Poder Tu tens, Jesus
Me achego á tua luz
Usa-me, usa-me, usa minha vida em tuas mãos, usa-me...

Minha vida em tuas mãos
Pai, usa-me

sonda- me, usa-me Senhor!


Sonda-me, Senhor, que me conhece
Quebranta o meu coração
Transforma-me conforme a Tua palavra
E enche-me até que em mim se ache só a Ti

Então, usa-me , Senhor
Usa-me

Como um farol que brilha à noite
Como ponte sobre as águas
Como abrigo no deserto
Como flecha que acerta o alvo
Eu quero ser usado da maneira que te agrade
Qualquer hora e em qualquer lugar
Eis aqui a minha vida
Usa-me, Senhor
Usa-me

Sonda-me, Senhor, e me conhece
Quebranta o meu coração
Transforma-me conforme a Tua palavra
E enche-me até que em mim se ache só a Ti

Então,
Usa-me, Senhor
Usa-me

Como um farol que brilha à noite
Como ponte sobre as águas
Como abrigo no deserto
Como flecha que acerta o alvo
Eu quero ser usado da maneira que te agrade
Qualquer hora e em qualquer lugar
Eis aqui a minha vida
Usa-me, Senhor
Usa-me

Sonda-me,
Quebranta-me,
Transforma-me,
Enche-me,
E usa-me.

Sonda-me,
Quebranta-me,
Transforma-me,
Enche-me,
E usa-me....Senhor

Fotos na Estante(click aqui para ouvir)


(Skank)
Sem mais nem menos
Sem remédio, sem desculpa
Em horas tortas
Horas tímidas, ocultas
Pelas esquinas
De olhares indiscretos
O nosso amor
Amor claro de objeto
Sem dor ou crime
Amor simples e direto
Entre os pássaros de barro descansando na estante
Pelas costas amarelas dessas fotos insinceras
Descobri lindas mentiras tão terríveis quanto belas
Digo o que fazer então, são memórias tão reais
Do que nunca aconteceu

Refrão
Desenhei miragens tolas
Nas margens do seu deserto
E uma verdade impossível
Só pra ter você por perto

Sem dor ou crime
Amor simples e direto
Entre os pássaros de barro descansando nas estantes
Pelas esquinas
De olhares indiscretos
O nosso amor
Quebrou feito objeto
Digo o que fazer então, são memórias tão reais
Do que nunca aconteceu

Refrão
Desenhei miragens tolas
Nas margens do seu deserto
E uma verdade impossível
Só pra ter você por perto

Desenhei miragens tolas
Nas margens do seu deserto
E uma verdade impossível
Só pra ter você por perto

Sal da terra e luz do mundo


Vós sois o sal da terra.

Ora, se o sal tornar se insosso, com que o salgaremos?
Para nada mais serve, senão para ser lançado fora e pisado pelos homens.

Vós sois a luz do mundo.
Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte. Nem se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candelabro, e assim ela brilha para todos os que estão na casa.
Brilhe do mesmo modo a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, eles glorifiquem vosso Pai que está no céu.
O evangelho de hoje nos apresenta duas pequenas parábolas:
A do sal e a da luz.
Na primeira (v.13), Jesus apresenta os seus discípulos como o sal da terra.
Para que serve o sal?
Para dar sabor aos alimentos.
Por isso, desde os tempos antigos se tornou o símbolo da sabedoria.
Interpretada neste sentido, a expressão de Jesus quer dizer que os seus discípulos devem ser aqueles que proferem discursos que dão sabor à vida dos homens.

O cristão é sal porque consegue dar sabor e sentido a tudo aquilo que acontece, difunde uma palavra de sabedoria onde existe dor e semeia bondade onde existe ódio e rancor.

O sal não serve somente para dar sabor aos alimentos, é usado também para conservar os alimentos, para impedir que estraguem.

O cristão é sal da terra também neste sentido, com as sua presença, impede que a humanidade se corrompa, não permite que a sociedade, conduzida por princípios perversos, apodreça e descambe para a ruína.
Há uma afirmação um pouco singular de Jesus que recomenda aos seus discípulos para “não perder o próprio sabor”.
O que quer dizer?
Os químicos nos garantem que o sal não se corrompe, jamais perde o próprio sabor, permanece sempre sal.
As suas palavras querem nos alertar contra um serio perigo: os discípulos podem cometer algum absurdo, o impossível, como estragar o sal; podem conseguir que o evangelho perca o seu sabor,
O evangelho é como o sal: não perde o seu sabor, mas podem aparecer certos pregadores que estragam tudo.

A segunda comparação é a da luz (vv.14-16) Jesus a explica através de duas figuras: a da cidade construída sobre um monte e que não pode ficar escondida, e a da lâmpada que deve ser colocada num lugar elevado.

Para que serve a luz?
Para iluminar os objetos.
A luz não existe para ser olhada diretamente.
Não se deve olhar para a luz, mas para as coisas iluminadas.
Os cristãos são luz, mas não podem praticar as boas ações para chamar a atenção sobre si, para ser admirados e elogiados.
Não é para eles que os homens dêem olhar, mas para as boas ações que são praticadas.
Através de obras de amor bem visíveis e concretas, os homens devem chegar a descoberta da mensagem de Cristo, que lhes deu origem.

(evangelho de MT5, 13-16)